Victor andar fingindo naturalidade

Antes que Victor possa reagir, o motoqueiro se aproxima dele com um sorriso sinistro nos lábios. 

- Ei, boy, que celular é esse aí? Queria um igualzinho, passa aí! - Sua voz carregada de ameaça.

Victor tenta manter a compostura, mas sua mente está em turbilhão. Ele sabe que não pode esconder mais o celular, e sua tentativa de fingir naturalidade falha miseravelmente. O motoqueiro agarra-o pelo braço, exigindo que ele entregue o celular imediatamente.

Com o coração na garganta, Victor tenta argumentar, mas o motoqueiro não está interessado em suas desculpas. Com um movimento rápido, ele arranca o celular do bolso de Victor, deixando-o atônito e impotente na calçada.

O motoqueiro ri, um som áspero e cruel, antes de acelerar sua moto e desaparecer na escuridão. Victor fica parado ali, o vazio em seu bolso, uma lembrança dolorosa de sua ingenuidade e falta de cautela.

Com o celular perdido e a sensação de fracasso pesando em seu peito, Victor volta para casa. Ele se sente uma sombra do que era antes, derrotado e desiludido. Ele percebe que, mesmo quando tenta seguir sua intuição, as coisas nem sempre saem como planejado.

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