O MEU AMOR É TÃO GRANDE QUE EU MATARIA POR VOCÊ
Texto escrito por Felipe Barbosa e José Henrique
Em 1824, surge uma lenda urbana em Pernambuco: um homem matou cerca de 50 mulheres em um período de 6 meses, porém todas as mulheres tinham características em comum: olhos castanhos, pele branca, cabelo curto e baixa estatura. Há cada dez anos o mesmo fato acontecia e a população se perguntou o porquê que de tudo isso. Até que em 2024 esses assassinatos pararam.
O início dessa história macabra começou, em 1823, onde um
homem casado e muito apaixonado pela sua esposa tem a dor mais profunda que ele
poderia sentir, ela morre de repente aos seus braços. Ele sem entender o porquê
daquilo sai de noite desesperado e transtornado à procura de respostas, até que
encontra um homem velho que lhe diz as seguintes palavras: você pode encarar a
partida dela como o fim de tudo, mas saiba que o que não te mata, te fortalece.
Ele entendeu o que o velho disse completamente errado, ele
achou que fosse um sinal do destino para que ele se juntasse à mulher, então em
um rio próximo dali ele se joga e morre afogado.
Um ano depois, em 1824, as mortes começam. O homem, já como
um espírito, inicia uma busca para encontrar sua amada, ele começa a matar
mulheres da mesma forma, enforcadas e olhando nos olhos delas nos últimos
momentos para saber se a alma que habita naquele corpo é a do seu amor.
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